sábado, 4 de julho de 2015

Promoção "Um livro, Duas Histórias"

 Olá pessoal, tudo bem? Muitas vezes, um livro fica parado na nossa estante por algum tempo, certo? Seja porquê não nos identificamos com a história, seja porquê esquecemos dele... Não importa o motivo, o importante é que queremos passar adiante essa história, compartilhar com outras pessoas momentos que passamos com esse livro mesmo que de uma forma indireta.

 Por isso, a Sabrina do blog Diário da Sa, e a Helena Dias, do Café com Livro, tiveram a ideia de uma promoção um pouco diferente e chamaram alguns blogs amigos para esse sorteio especial que trouxemos hoje pra vocês!

 "Um livro, Duas Histórias" consiste em cada blogueiro doar um livro usado de sua estante e compartilhar com outros essa história. Um gesto muito bonito, não é mesmo? Sendo assim, conseguimos reunir 27 livros e mimos para esse super sorteio!

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 REGRAS:

• Preencher os formulários (Rafflecopter) com as opções obrigatórias. Então, as chances extras serão liberadas. (caso não saiba utilizar, clique aqui)
• Ser residente em território nacional.
• O ganhador terá 3 dias para responder ao e-mail. Caso contrário, haverá um novo sorteio.
• Não nos responsabilizamos por danos ou extravios causados pelos Correios.
• Caso o livro retorne ao remetente por causa de endereço incompleto ou impossibilidade na entrega, não será refeito outro envio. E o sorteio será refeito.
• O sorteio terá início dia 04/07/2015 e término em 08/08/2015.
• O resultado sairá até 3 dias após a data final.
• O livro será enviado pelo blog dentro do período de 45 dias úteis após a divulgação do resultado. (O ganhador será informados sobre isso por e-mail)
• Perfis fakes ou utilizados apenas para participar da promoção serão desclassificados.


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Tenha um pedacinho da nossa história na sua estante, participe!!
BOA SORTE!!

 Gostaram dos prêmios? Espero que sim... Alguma dúvida?

 E essa não é a única promoção que está rolando no blog, tem também uma outra, valendo muitos livros, para participar é só clicar aqui.

Até o próximo post!

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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Resenha: livro "A canção de Alanna", Tamora Pierce

 Olá pessoal, tudo bem? O livro da resenha de hoje é A canção de Alanna: a primeira grande aventura, escrito pela norte-americana Tamora Pierce e publicado no Brasil pela Única Editora.

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 A história é narrada em terceira pessoa e se passa na época feudal. Alanna e Thom eram irmãos gêmeos, o pai não lhes dava muito atenção e eles eram órfãos de mãe. Antes de completarem onze anos, os dois deveriam sair de sua casa no feudo de Trebond para continuarem seus estudos. Alanna deveria ir para um convento e aprender a ser uma dama, Thom deveria ir para o palácio para se tornar um cavaleiro. Só que nenhum dos dois estava contente com isso, o garoto queria ser um feiticeiro e a garota queria ser uma guerreira. Foi aí que ela teve a grande ideia! Thom iria para o convento, onde meninos e meninas aprendiam magia, e Alanna se disfarçaria de garoto e iria para o castelo para se tornar um cavaleiro.

 "Maude pensou em Alanna e suspirou. Ela era muito diferente do irmão. A menina tinha medo de sua magia. Com Thom, era preciso obrigá-lo a caçar; com Alanna era preciso lançar mão de truques e de súplicas para que tentasse os feitiços." (página 13)

 Maude cuidava dos garotos e lhe ensinou tudo o que sabia sobre magia. Ela aceitou o plano dos dois, pois era nítido que Thom não tinha vocação para cavaleiro, mas ainda tinha muito o que aprender sobre magia, enquanto Alanna evitava a todo custo seu dom mágico. Maude deveria ir com a garota para o convento, mas ela levou Thom. Coram era um cavaleiro que vivia no feudo de Trebond e deveria ir com o garoto para o palácio, mas Alanna conseguiu convencê-lo a levá-la ao invés do irmão.

 "Quando Alanna ergueu o olhar, Coram a observava com uma expressão estranha. Ela não sabia que ele estava imaginando o que Thom teria feito em circunstâncias semelhantes: o gêmeo teria deixado o homem se defender sozinho. Coram sabia a coragem necessária para acalmar um cavalo imenso escoiceando. Era a coragem que um cavaleiro deveria ter. Ainda assim, Alanna era uma menina..." (página 26)

 Alanna cortou os cabelos e mudou seu nome para Alan. No palácio, ela descobriu que se tornar um cavaleiro seria uma tarefa mais dura do que ela havia imaginado. O treinamento era bem cansativo, além de ela ser o "menino" menor e mais fraco do grupo, o que fez com que se tornasse alvo do valentão da turma. Determinada a ser forte, ela se recusava a pedir ajuda e proteção dos outros garotos; eles certamente teriam lhe protegido, já que Alan era muito querido entre os amigos.

 "Ela adormecia no momento em que caía na cama para acordar ao alvorecer e treinar um pouco mais. Estava determinada a vencer Ralon, pois significaria que finalmente teria conquistado o seu lugar entre os garotos. Significaria que ela podia fazer qualquer coisa que os meninos maiores e mais fortes faziam." (página 85)

 A história já valeria a pena só pela batalha de Alanna para evoluir e se tornar uma guerreira tão boa quanto os outros garotos, ou pela tensão de saber se alguém descobriria seu disfarce, mas além disso, ainda temos a parte da magia. Por mais que relutasse, a menina precisaria usar suas habilidades mágicas para proteger Jonathan, que além de ser um de seus melhores amigos, era o herdeiro do trono de Tortall.

 Em alguns momentos da leitura, era quase possível esquecer que Alanna tinha um dom mágico, já que a história se focava mais em seu treinamento como guerreira e em suas tentativas para manter seu disfarce, mas quando a parte da magia aparecia, eram cenas bem fortes. Nada de fazer objetos voarem ou coisas do tipo, o que temos aqui é algo bem mais elevado do que isso, quase assustador. Esse lado da ficção fantástica poderia ter sido mais explorado, mas creio que o foco principal da trama era a aventura de Alanna. E o bacana do livro é que as coisas não eram facilitadas para a protagonista, ela tinha que ser forte para enfrentar as batalhas contra os inimigos humanos e os inimigos mágicos.

 "Alanna e Thom tinham mais magia que qualquer pessoa que ela já tivesse conhecido, e a menina sabia que, se a usasse e perdesse o controle, destruiria a si mesma e a todos que estivessem por perto." (página 104)

Livro A canção de Alanna, Tamora Pierce, Única Editora
Contracapa do livro A canção de Alanna, Tamora Pierce
Mapa - livro A canção de Alanna, Tamora Pierce

 Além do título, a capa foi uma das primeiras coisas que chamou minha atenção, é muito bonita (bem mais que as edições de outros países) e tem tudo a ver com a história. A diagramação está ótima, com margens, espaçamento e fonte de bom tamanho, as páginas são amareladas e porosas. No começo do livro, tem um mapa de onde se passa a história. Se há erros de revisão, eu não encontrei. A editora Única fez um ótimo trabalho.

Tamora Pierce, autora de A canção de Alanna
 A canção de Alanna: a primeira grande aventura é o primeiro livro da série Song of the Lioness, composta por quatro livros e publicada na década de 80, que só agora chega ao Brasil. O final deixa aquela vontade de ler os próximos volumes, mas é satisfatório para a primeira grande aventura.

 Detalhes: 256 páginas, ISBN-13: 9788567028637, Skoob (minha nota: 4/5), tradução: Ana Resende. Onde comprar online: Submarino



 "_ Talvez eu tenha nascido assim, mas não tenho de aturar isso!
 Ele olhou para ela, estarrecido.
 _ Mocinha, você precisa aceitar quem é _ protestou ele. _ Você pode ser uma mulher e ainda ser uma guerreira.
 _ Eu odeio isso! _ gritou ela, perdendo a paciência. _ As pessoas vão achar que sou dócil e boba!
 _ Dificilmente você é dócil _ retrucou o homem abruptamente. _ E você é boba apenas quando fala desse jeito.
 (...)
 _ Alanna, minha pequena, você somente será feliz quando aprender a conviver com quem é." (página 130)

 Enfim, A canção de Alanna: a primeira grande aventura foi uma leitura rápida e agradável, recomendada para leitores de todas as idades, especialmente para quem procura algo diferente e gosta de histórias de aventura, com um toque de magia; um livro com personagens bem jovens, que fala sobre coragem, determinação e amizade.

 Por hoje é só, espero que vocês tenham gostado da resenha. Alguém aí já leu ou já conhecia a história da Alanna?

 * Está rolando um super sorteio de livros no blog, clique aqui e participe.

Até o próximo post!

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quinta-feira, 2 de julho de 2015

Conheça "Festim das 12 cadeiras", livro de Elvis DelBagno, lançamento da Editora Schoba

 Olá pessoal, tudo bem? No post de hoje, venho mostrar um lançamento da Editora Schoba, parceira do blog: o livro Festim das 12 cadeiras, escrito por Elvis DelBagno.

Festim das 12 cadeiras, livro, capa, sinopse
 Sinopse: Ao comprar um conjunto de 12 cadeiras russas para o jantar anual, um casal homossexual descobre um tesouro embaixo do estofado de uma delas. Com as contas bancárias transbordando, os milionários resolvem manter o tesouro na cadeira e doá-lo ao primeiro convidado que se sentar nela. No entanto, eles percebem que isso será um problema quando um dos convidados não comparece ao jantar.
 Estruturando-se nas comédias de costumes, nos deparamos com uma crítica social de um humor ácido extravasante dos diálogos preconceituosos dos personagens mais bizarros que poderiam surgir numa sociedade cheia de interesses.
 Narrado de forma corrida como um roteiro cinematográfico e com diversas referências à cultura popular, o autor traça uma paródia ao clássico conto russo 12 cadeiras, de Ilf and Petrov, e ao filme Festim Diabólico, de Alfred Hitchcock.
 Detalhes: ISBN-13: 9788580133813, 164 páginas, SkoobFacebook.

Festim das 12 cadeiras, Elvis DelBagno, Editora Schoba

 No dia 14 de julho haverá um evento de lançamento do livro, maiores informações no link: https://www.facebook.com/events/1084777161536406/.

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 Recebi essa semana o meu exemplar, além de um button e um pendurador de porta muito fofo. Achei a capa muito bonita e a sinopse bem interessantes, de forma que estou super animada para começar a leitura. Em breve, Festim das 12 cadeiras será resenhado no blog. Aguardem!

Festim das 12 cadeiras, Elvis DelBagno, Editora Schoba, livro, capa, sinopse

 Espero que vocês tenham gostado do post. Quem aí já tinha ouvido falar em Festim das 12 cadeiras? Gostaram da capa? Quem ficou com vontade de ler?

Até o próximo post!

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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Sorteio literário em conjunto - aniversário do Calebe

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 Olá pessoal, tudo bem? O colunista do blog Infinito Particular dos Livros, 16 blogs (entre eles, o Pétalas de Liberdade), 5 autores e uma editora, organizaram um super, hiper, mega sorteio... Sim, o aniversario é do querido Calebe, mas quem ganha livros são vocês!

Regras:
  • O sorteio começa hoje, 01/07/2015, e terminará dia 31/07/2015.
  • Os prêmios serão enviados separadamente.
  • Cada blog enviará seu livro.
  • Enviaremos um e-mail ou mensagem no Facebook para o ganhador.
  • O ganhador terá 48h (2 dias) para responder.
  • O sorteio será realizado pelo Refflecopter que está abaixo.
  • É necessário residir no Brasil.
  • Não nos responsabilizamos por extravios.
  • Se o ganhador não responder, vai haver outro sorteio.
  • Coloque nos comentários: "Participando + um e-mail válido".
  • Responder os formulários a baixo.
  • Que a sorte sempre esteja ao seu favor.
Vamos ao sorteio...


















 Gostaram dos prêmios? Espero que sim... Alguma dúvida?
 Boa sorte!
Até o próximo post!

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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Resenha: livro "Veneno", Sarah Pinborough

 Olá pessoal, tudo bem? O livro da resenha de hoje é Veneno, escrito pela Sarah Pinborough e publicado no Brasil pela Única Editora, em 2013.

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 Narrado em terceira pessoa, o livro é o primeiro da Saga Encantadas, trilogia que traz releituras de contos de fadas. Veneno foca na história da Branca de Neve e sua madrasta, Lilith.

 Lilith era uma princesa que teve que ir embora do seu reino ao se casar com o pai de Branca de Neve, um rei que havia ficado viúvo. Ela era apenas quatro anos mais velha que Branca de Neve, mas, enquanto Lilith foi rigorosamente educada para ser uma princesa perfeita, Branca de Neve levava uma vida livre e solta.

 Quando o rei partiu para uma batalha, o castelo ficou a cargo de Lilith, e ela resolveu aproveitar a ausência dele para colocar algumas coisas em ordem. Sua intenção era fazer com que Branca de Neve se tornasse mais próxima do que se esperava de uma princesa, mas as coisas saíram do controle, de forma que a única saída que Lilith via era se livrar de vez de Branca de Neve.

 Em Veneno, a autora Sarah Pinborough criou uma trama que faz os leitores repensaram o que eles já viram sobre os contos de fadas. Lilith nem sempre foi uma madrasta má, as circunstâncias é que a levaram a pedir o coração da Branca de Neve, cheguei até a sentir certa simpatia por ela. A princesa, por sua vez, continua linda e bondosa como na história original, mas é também corajosa, bem humorada, esperta, gosta de beber cerveja e não é muito inocente. Para mim, os anões foram os personagens que mais se mantiveram fiéis ao conto original. No livro, também aparecem o caçador (gostei dele, me pareceu ter uma personalidade forte e ser inteligente, apesar de tudo), o príncipe (que me surpreendeu e não posso falar mais do que isso sobre ele), uma velha bruxa muito malvada (que me deu medo), além de haver referências a outros contos de fadas.

 Já havia visto um bom número de resenhas de pessoas que não haviam gostado muito do livro, ainda assim, minha vontade de lê-lo continuava grande. Eu li e gostei bastante da história, foi um leitura rápida, com uma narrativa fluida, personagens que me surpreenderam, e um desfecho que me deixou curiosa para ler os outros livros da saga e descobrir o que mais vai acontecer.

 Sarah Pinborough fez de uma história bem conhecida, algo novo, ao colocar nos personagens personalidades inesperadas e bem  construídas. Um personagem que teoricamente seria bom, me surpreendeu muito nos capítulos finais, e eu quis tanto, mas tanto, entrar no livro e quebrar a cara dele! Torci para que a madrasta má se redimisse, que Branca de Neve conseguisse salvar o coração gelado de Liliyh, acho que cheguei a gostar mais da madrasta do que da princesa.

 "Lobos de inverno, tão menores e mais etéreos que seus irmãos cinzentos, e mais brutos, eram belos, delicados e perigosos. Essa rainha não era diferente." (página 87)

Veneno, Sarah Pinborough
Sinopse do livro Veneno, Sarah Pinborough, Unica Editora
Diagramação Veneno
Sarah Pinborough, Saga Encantadas

 Além de gostar de releituras de contos de fadas, o que me fez querer ler o livro foi a capa linda, que me encantou desde o lançamento. Se ela fosse brilhante, acho que ficaria ainda mais bonita. A diagramação está muito boa, com margens, espaçamento e fonte de bom tamanho; há ilustrações na passagem de um capítulo para o outro e as páginas são amareladas e porosas. Se existem erros de revisão, eu não os encontrei. Um ótimo trabalho da Única Editora!

 Enfim, Veneno foi uma leitura agradável e que me surpreendeu. Tem seus pontos fortes nos personagens com personalidades inesperadas e na narração que me fazia sentir como se eu estivesse dentro do livro; o fato de personagens de outros contos de fadas aparecerem foi algo bom e ruim ao mesmo tempo, pois muitas coisas ficaram para ser resolvidas nos volumes seguintes (espero que sejam resolvidas). Há alguns palavrões e cenas inadequadas para menores de idade, mas não é nada demais. Em Veneno, vemos que pode existir muito mais antes do "Era uma vez..." e depois do "E viveram felizes para sempre!".

 "Às vezes uma canção era a única coisa que restava a um povo." (página 15)

Detalhes: 224 páginas, ISBN-13: 9788567028002, Skoob (minha nota: 4/5). Onde comprar online: (em super promoção) Submarino, Americanas.

 Por hoje é só, espero que vocês tenham gostado da resenha de hoje. Quem aí já leu Veneno? E os outros livros da saga? Gostam de releituras de contos de fadas?

Até o próximo post!

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terça-feira, 23 de junho de 2015

Lançamento Petit Editora: Enquanto houver amor haverá esperança

 Olá pessoal, tudo bem? Hoje, venho mostrar um lançamento da Petit Editora, parceira do blog, o livro Enquanto houver amor haverá esperança.

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Enquanto houver, amor haverá esperança
Autor Espiritual: Vinícius 
Médium: Sarah Kilimanjaro

 Sinopse: Enquanto houver, amor haverá esperança, romance psicografado por Sarah Kilimanjaro, de autoria do Espírito Vinícius, é uma história que fala de coragem, amor e superação; de duas vidas que se cruzam e duas atitudes muito diferentes diante do que a vida oferece. Conheça essa comovente história e saiba por que enquanto houver amor, haverá esperança!

Lançamento do mês

Enquanto houver amor, haverá esperança conta a linda história de Erika e Maurício. Vidas marcadas pela coragem, persistência e superação.

Erika, quando criança, sofre um grave acidente que a deixa paraplégica. Porém, com o amor dos pais, a dedicação dos médicos e a coragem, ela consegue superar suas limitações.

Maurício, por sua vez, é um famoso e admirado piloto de corrida. Mimado, tendo tudo nas mãos, cai no desânimo quando um acidente o deixa fora de seu “mundo ideal”.

São duas histórias que se cruzam, e com resultados diferentes. Conheça essa comovente história e saiba por que enquanto houver amor, haverá esperança!

 Sobre a autora: Sarah Kilimanjaro é pedagoga, pós-graduada em Psicopedagogia, palestrante e psicoterapeuta na área de desenvolvimento pessoal, atuando no movimento espírita desde os seus catorze anos. Foi presidente da Sociedade Espírita Vicente de Paulo por várias oportunidades e vice-presidente da UME – União Municipal Espírita – órgão ligado a Federação do Rio Grande do Sul.
 Sarah é casada, tem dois filhos e três netos, e reside na cidade de Bagé, Estado do Rio Grande do Sul.
 Dentre suas obras publicadas, destacam-se os gêneros romance, crescimento pessoal, reflexão espírita e meditação. 

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 Espero que vocês tenham gostado da novidade. Na página da Petit no Facebook, tem sorteio de 3 exemplares do livro; para participar, é só clicar aqui (sorteio no dia 30 de junho). Conheça o site da editora: www.petit.com.br .

Até o próximo post!

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quarta-feira, 17 de junho de 2015

Resenha: livro "Xeque-mate", Dill Ferreira

Olá pessoal, tudo bem? O livro da resenha de hoje é Xeque-mate, escrito pela Dill Ferreira e publicado pela Editora Modo em 2014.

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 Narrado em terceira pessoa, o livro conta a história de Thaissa, uma mulher de 30 anos, que foi passar o Carnaval no Rio de Janeiro com alguns amigos. Lá, ela conheceu Marcus, um homem por quem ficou bastante interessada. Eles trocaram algumas carícias, mas quando o clima estava esquentando, Marcus foi embora, deixando Thaissa sem entender o que tinha acontecido.

 Depois do Carnaval, ela voltou para Goiânia, onde morava e trabalhava com o pai na empresa da família, que prestava serviços de assessoria de mídia e publicidade. Thaissa descobriu que os negócios não iam muito bem, de forma que seu pai precisou vender uma parte da empresa, tendo um novo sócio. O que ela não imaginava é que esse novo sócio seria Marcus, o cara que sumiu sem dar explicações naquela noite de Carnaval.

 E agora os dois teriam que conviver, o que se mostrou não ser uma tarefa fácil, já que Marcus parecia ser um cara bem preconceituoso e que tinha rotulado Thaissa como uma mulher atirada e fácil por suas ações no Carnaval, sendo incapaz de reconhecer seus méritos.

 Se não bastasse sua situação mal resolvida com Marcus e a atração que permanecia viva entre eles, Thaissa ainda tinha que aturar Letícia na empresa. Letícia se aproveitou que a mãe de Thaissa estava doente, para se aproximar de André, o pai da moça, que se encontrava fragilizado, e seduzi-lo. Quando a mãe de Thaissa morreu e Letícia já havia conseguido algumas ações da empresa de André, ela o deixou. Desde então, Thaissa tinha que conviver com a saudade da mãe e com a ex-amante de seu pai a infernizando na empresa.

 "- Veja, Marcus, a Thaissa está recebendo flores todos os dias e se nega a dizer que tem um relacionamento. - Letícia comentou maliciosa, causando certa ânsia em Thaissa que a observava.
  - Bom dia! - Disse Marcus olhando para Thaissa com um misto de desejo e mágoa.
 - Vamos, Thaissa, agora somos dois curiosos, conta para nós. - Letícia estava sendo mais baixa que de costume, Todos sabiam que não havia esse tipo de intimidade entre elas, então por que Deus aquela mulher estava se fazendo de amiga, interessada na vida da outra?!
 - Já perdeu a graça essa piada, Letícia. Dê-me licença, por favor! - Sua vontade era se atracar com a falsa, mas ela sabia que isso alegraria a mulher que parecia se alimentar do mal-estar que causava nela. Thaissa não lhe daria esse prazer, principalmente, na frente de Marcus.
 - Me procure em minha sala após o almoço Letícia, quero falar com você. - Marcus disse seco e com os olhos cinza gelados fazendo sinal para ela partir. Como boa entendedora, ela se retirou.
 - Você devia contar a esse rapaz que fez amor com outro homem em cima da mesa onde coloca as flores que ele te envia." (página 163)

 Pela capa do livro, eu esperava uma história bem mais picante do que ela realmente é. Me pareceu que o xeque-mate a que o título se refere, teve muito mais a ver com a disputa entre Thaissa  e a megera Letícia para ver quem levaria a melhor no final, do que com o romance entre Thaissa e Marcus. A autora criou uma vilã bem detestável e persistente, capaz de fazer diversas armações e intrigas para conseguir o que quer.

 Eu sou uma leitora voraz de romances, já cheguei a ler um livro com mais de 400 páginas em um dia, mas a leitura de Xeque-mate levou um tempo bem maior para ser finalizada. O fato se deu em parte por ser um livro grande, com uma diagramação com letras relativamente pequenas, de forma que havia um numero considerável de palavras por página. A má revisão também contribuiu para a leitura mais demorada. E Xeque-mate é um pouco diferente dos outros romances que eu já devorei li, achei algumas cenas mais próximas da realidade, mas grande parte dos diálogos só funcionaria mesmo no livro.

 Demorei bastante para entender e gostar do Marcus, cheguei até mesmo a detestá-lo em algumas partes da história e a torcer para a Thaissa encontrar um cara melhor e menos machista. Se a justificativa para a forma como ele via a Thaissa tivesse sido dada logo no início do livro (o que poderia ter sido feito, já que a narração era em terceira pessoa) eu poderia ter gostado e torcido mais por ele. Fazendo uma breve comparação com No Mundo da Luna escrito pela Carina Rissi (que foi o livro com mais de 400 páginas que li em um dia, e que resenhei no mês passado), onde também havia uma relação no ambiente de trabalho, como em Xeque-mate: se o Dante, personagem da Carina, era um chefe linha dura e irritante, o Marcus conseguiu me irritar ainda mais em certas partes da trama.

Livro Xeque-Mate, Dill Ferreira
Contracapa e sinopse Xeque-Mate, Dill FerreiraDiagramação Xeque-mate, Dill Ferreira


 Sobre a parte visual: eu achei a capa bonita, e foi justamente ela que me fez me inscrever na seleção de parceiros que a autora realizou (e na qual o blog foi selecionado); as páginas são amareladas; as margens e o espaçamento são bons; como já disse, as letras tem um tamanho menor do que o de alguns outros livros, mas é um tamanho confortável para a leitura e, em cada início de capítulo, há detalhes bem bonitos, que lembram a serpentina do Carnaval.

Detalhes: 316 páginas, ISBN: 9788584050116, Skoob. Onde comprar online: direto com a autora, loja da editora, Amazon (e-book), Saraiva. Acompanhe a autora na internet: blog, Facebook, TwitterInstagram.

 * Xeque-mate foi minha escolha para o mês de junho do Desafio Literário Skoob, o tema do mês era Casais. Para quem quiser saber mais sobre o desafio e ver minhas escolhas dos meses anteriores, é só clicar aqui.

 Por hoje é só, espero que vocês tenham gostado da resenha. Alguém aí já leu Xeque-mate ou algum outro livro da autora? Deixo meu agradecimento especial à Dill Ferreira, por ter disponibilizado o livro para a resenha.

Até o próximo post!

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